A nossa contagem decrescente para o Ano Novo marca ao segundo o tempo que falta para 1 de janeiro, o primeiro dia do ano e um dos momentos mais esperados do calendário. A meia-noite que separa 31 de dezembro de 1 de janeiro vive-se em todo o mundo com emoção: é o instante das boas resoluções, dos abraços, dos brindes e da esperança em tudo o que está para vir. Em Portugal, à meia-noite comem-se doze passas — uma a cada badalada — pedindo um desejo por cada uma, ergue-se uma taça de espumante e o céu enche-se de fogo de artifício. Com o nosso temporizador online saberás exatamente quantos dias, horas, minutos e segundos faltam para começar o novo ano.
É a época em que as ruas se enchem de luzes, as casas se enfeitam e o ambiente se contagia de alegria e de vontade de festejar. Tempo de reencontros, de ceias em família, de balanço do ano que termina e de votos para o que começa, especialmente mágico para os mais pequenos, que contam os dias com verdadeira impaciência. Em vez de olhar para o calendário, deixa que seja este contador a contar por ti.
Saber com exatidão quanto falta para o Ano Novo é mais útil do que parece. Eis algumas boas razões para ter à mão este contador de Ano Novo:
O contador acompanha todos os que esperam com alegria a chegada do Ano Novo e sonham com as luzes, o fogo de artifício e o ambiente caloroso e festivo destes dias.
Que o ano comece a 1 de janeiro nem sempre foi assim, nem é por acaso. A data remonta à Roma antiga: o mês de janeiro deve o seu nome a Jano, o deus de duas faces que olhava ao mesmo tempo para o passado e para o futuro, guardião das portas e dos começos. No ano 46 a.C., Júlio César reformou o calendário — o chamado calendário juliano — e fixou oficialmente o 1 de janeiro como início do ano. Durante grande parte da Idade Média, porém, muitos reinos cristãos começavam o ano noutras datas, como 25 de março ou o dia de Páscoa.
Foi a reforma do calendário gregoriano, promovida pelo papa Gregório XIII em 1582, que devolveu definitivamente o 1 de janeiro como primeiro dia do ano no mundo ocidental. Para além da sua origem, o Ano Novo é hoje uma celebração universal e laica que une milhões de pessoas em torno dos mesmos gestos: fazer balanço, brindar e desejar o melhor a quem nos rodeia. Cada país recebe-o com os seus costumes, mas todos partilham a mesma vontade de recomeçar.
Em Portugal, a passagem de ano celebra-se com a família e os amigos à volta de uma longa ceia, à espera das doze badaladas. À meia-noite comem-se as doze passas, pede-se um desejo por cada uma e brinda-se com espumante; há quem entre no novo ano com o pé direito e quem vista roupa interior azul para atrair sorte. As cidades enchem-se de concertos e de fogo de artifício — o do Funchal, na Madeira, já entrou no Livro de Recordes do Guinness como o maior do mundo. No Porto e em Lisboa, milhares juntam-se nas praças para a contagem decrescente.
No Brasil, o réveillon tem cor e rituais próprios: veste-se roupa branca em sinal de paz, vai-se à praia para pular sete ondas pedindo sete desejos e há quem ofereça flores a Iemanjá. A festa de Copacabana, no Rio de Janeiro, reúne milhões de pessoas diante do mar e de um espetáculo de fogo de artifício deslumbrante. Em ambos os países é tempo de resoluções: cuidar da saúde, viajar mais ou começar um novo projeto encabeçam todos os anos a lista de boas intenções.
A ceia da passagem de ano é uma das mais cuidadas do ano. Em Portugal não faltam o bacalhau, o peru, os mariscos e as carnes, a par das passas da meia-noite e dos doces das festas, como rabanadas e sonhos, regados com espumante para o brinde. No Brasil, a mesa do réveillon costuma incluir lentilhas — símbolo de prosperidade —, peru, pernil, frutas como uva e romã (cujas sementes se guardam na carteira para dar dinheiro) e muito espumante. Cada família tem as suas receitas, mas todas partilham o mesmo espírito: sentar-se à mesa e celebrar o ano que começa. Saber quanto falta ajuda a planear o menu com calma, encomendar a tempo os produtos frescos e ter tudo pronto para a grande noite.
A grande vantagem deste temporizador de Ano Novo é a sua simplicidade: funciona diretamente no navegador, sem instalar nada e de forma totalmente gratuita. Podes usá-lo no computador, no tablet ou no telemóvel, e oferece-te sempre a mesma contagem decrescente precisa, atualizada segundo a segundo, sem registos nem configurações.
Além disso, torna a espera mais divertida. Define-o como página inicial, partilha-o com a família e vivam juntos a magia da contagem decrescente — uma brincadeira estupenda, sobretudo para as crianças, que veem aproximar-se o grande dia. E quando terminar, podes continuar a contar os dias até à próxima Passagem de Ano ou até ao Dia de Reis, sem esquecer o Natal.